Um dos principais expoentes da dança contemporânea será a atração da Noite de Gala do Festival de Dança de Joinville de 2015. O Evolution Dance Theater, da Itália, ultrapassou os limites da dança, criando obras baseadas na fusão do balé contemporâneo com outras expressões artísticas como teatro, atletismo, ilusionismo e vídeo-arte.
Comandado pelo visionário coreógrafo norte-americano Anthony Heinl, a companhia chama a atenção por onde passa pela sua ousadia criativa. O espetáculo a ser apresentado em Joinville é Firefly, que promete uma experiência sensorial única para a plateia. Ele será apresentado na noite de 27 de julho.
Com uma série de vinhetas fantásticas, a obra conta com um elenco de dançarinos acrobatas, especializados em diferentes técnicas de dança, e utiliza efeitos técnicos inovadores, como o recurso da luz negra, quando os bailarinos se transformam em figuras misteriosas que parecem flutuar, saltar e desaparecer em meio a luzes, cores e escuridão.
O Evolution Dance Theater foi fundado em 2008 e quase imediatamente dedicou-se com empenho para criar apresentações baseadas na fusão do atletismo e da dança. A grande força da companhia é o conhecimento de um vocabulário artístico amplo, que não se limita apenas à dançar, mas também a outras formas de arte, como vídeo-arte, ilusionismo, e o uso surpreendente de luzes e efeitos especiais ao vivo.
Bolshoi do Brasil será atração da Noite de Abertura
A programação do 33º Festival de Dança de Joinville foi anunciada à imprensa nesta terça-feira. Ela será lançada oficialmente no Dia da Dança, comemorado na quarta-feira, 29 de abril.
Para a Noite de Abertura, a grande atração é o espetáculo O Quebra-nozes, daEscola do Teatro Bolshoi no Brasil. A escolha do espetáculo é uma forma de comemorar os 15 anos da instalação da escola em Joinville.
O Quebra-nozes estreou em novembro de 2014 e tem como base o Libretto de E. Т. А. Hoffmann segundo V. Vainonen, na versão de V. Vasiliev, sobre a música original de P. Tchaikovsky. O mestre russo Vladimir Vasiliev também assina a versão coreográfica, as telas do cenário e a produção, levando ao palco cerca de 80 bailarinos, professores e alunos da instituição.

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