Um protesto de pais e estudantes foi feito em frente da Escola de Educação Básica Alinor Vieira Corte, em Papanduva, na manhã desta quinta-feira (17). Os manifestantes reclamaram dos problemas da estrutura física da unidade e sobre o receio que o prédio possa desabar.
Centenas de pessoas participaram do protesto, segundo o pai de aluno, Rafael Sulczewski, o Governo do Estado e a secretaria de Educação já foram acionados para entender o que está acontecendo. “Desde o dia que aconteceu não tivemos nenhum retorno. Do jeito que está não pode ficar [...]. Não precisa ser engenheiro para ver que o prédio tem problemas”, declara.
O objetivo da manifestação é cobrar uma solução com relação as rachaduras da parede, queda do forro e o piso que estourou, no segundo piso da escola que fica no Centro da cidade.
Aproximadamente 1.300 alunos foram dispensados das aulas no dia 05 de junho após um estrondo que causou uma rachadora no terceiro e segundo andar da ala nova do colégio. De acordo com o assistente da direção, Carlos de Oliveira, cerca de 75 alunos estavam no mesmo andar. “Foi um pânico geral, porque o estrondo foi percebido há cerca de 70 metros daqui como se estivesse estourado uma bomba”, afirma.
O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de Papanduva interditaram mais de 10 ambientes que ficam em uma área construída há menos de cinco anos. Salas de aulas, laboratórios e sala de professores do colégio estão fechados por precaução e segurança dos alunos e professores.

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