terça-feira, 11 de abril de 2017

MENSAGEM DO DIA

Sorria! Deus acaba de te dar um novo dia e coisas extraordinárias podem acontecer se você crer!

BOM DIA!!!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Pesquisadores desenvolvem nova variedade de pera em SC



Oeste catarinense, depois de 18 anos de estudos e testes, pesquisadores chegaram a uma nova variedade de pera. É a primeira desenvolvida no Brasil, de acordo com as características do clima local. A Epagri tem investindo em pesquisas pra incentivar o cultivo da pera no estado, já que hoje Santa Catarina ainda exporta 90% do que consome. Em Santa Catarina são apenas 85 agricultores.

"Nossa região tem cerca de 550 horas de frio. Então essa pera está produzindo bem aqui. O interessante é que ela mantém uma uniformidade de peso de fruto lá na planta, então isso é bom comercialmente. E todo ano tem produzido, não tem alternado, o que é algo interessante", diz Ivan Faoro, pesquisador da Epagri em Caçador, sobre a pera "carolina", de sabor mais leve e equilibrado.

Apesar de exigir mais cuidados, a pera tem rendimento cinco vezes maior do que a maçã. No entanto, ainda levará um tempo para a nova variedade chegar ao consumidor final. "Toda fruta que a gente lança tem um tempo para entrar no mercado. Primeiro tem que começar a produção de mudas pelos produtores, depois o plantio. Pode esperar que essa pesa começa a chegar ao mercado daqui a uns três anos", diz o pesquisador.

Embaladas na árvore

Já a colônia japonesa em Frei Rogério cultiva uma pera mais doce, suculenta e pesada: algumas chegam a mais de 2 quilos. Para mantê-las longe do excesso de agrotóxicos, os produtores cultivam as frutas dentro de pacotes de papel nas árvores.


"O inverno do ano passado continuou frio, por isso que ajudou bastante e carregou bem", diz o produtor Kazunori Yamamoto, da colônia japonesa de Frei Rogério, uma das principais produtoras da variedade pera japonesa no Brasil.

Somente 21 cidades catarinenses atingiram a meta de vacinação para HPV

Apenas 21 dos 295 municípios catarinenses atingiram a meta de vacinação contra HPV em 2016, segundo dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC). Ou seja, somente 7% das cidades superaram 80% de cobertura entre as meninas de nove anos. Santa Catarina pretendia imunizar 46.948 garotas nesta faixa etária ano passado, mas somente 10.091 tomaram as duas doses da vacina, o que leva a uma cobertura de 21,5%. Especialistas defendem que com essa baixa adesão, o Estado não conseguirá reduzir índices de doenças relacionadas ao vírus como câncer de colo de útero. 
A solução passa por mudança cultural, facilitar acesso aos postos e, principalmente, trabalhar a conscientização e reintroduzir vacinação nas escolas. Para Edison Natal Fedrizzi, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e chefe do Centro de Pesquisa Clínica Projeto HPV do Hospital Universitário – um dos locais que analisaram a eficácia da imunização –  três fatores principais influenciam a baixa adesão. O primeiro é a faixa etária, adolescentes não estão acostumados à rotina de vacinação, que é mais intensa com crianças. O segundo está relacionado ao temor de injeção, que impede a busca voluntária dos jovens. Outro ponto seria o horário de funcionamento dos postos, que dificulta o acesso de pais que trabalham:
– Todos esses fatores somados levam a uma cobertura bem menor do que gostaríamos. Isso traz impactos, porque a infecção HPV é muito frequente e muitas vezes a pessoa nem sabe que está infectada pelo vírus – reforça. 
A gerente de Doenças Imunopreveníveis e Imunização da Dive-SC, Vanessa Vieira da Silva, considera que o grande desafio nesta faixa ainda é o retorno para completar a segunda dose, essencial para eficácia da vacina:
– Nós temos um número muito grande de primeira dose, mas elas não retornam para a segunda. 

Vanessa ressalta que os dados neste ano, primeira vez que os meninos são incluídos, estão dentro do esperado. Até 30 de março, foram aplicadas 8.283 doses em meninas e 11.265 doses em meninos.

Diferentes tipos de câncer estão relacionados ao HPV, entre eles o de colo de útero, vagina, região genital externa, anal e de cavidade oral. A vacina é a forma mais eficaz de prevenção. Para Fedrizzi, a solução passa por estimular as campanhas nas escolas, como foi feito no início da vacinação em 2014. Em Palmitos, no Oeste de SC, que teve a segunda melhor cobertura vacinal no ano passado, esse tipo de trabalho surtiu efeito. Após listar todas as meninas que precisavam tomar a vacina, equipes de saúde foram nas escolas e aplicaram as imunizações em duas etapas, em março e setembro.
– Só ficaram de fora aquelas meninas que os pais não autorizaram, que foram bem poucas – explica a enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município, Franciole Mallmann.

Em Lindoia do Sul, também no Oeste e com a melhor cobertura vacinal de 2016, a fórmula para estimular a vacinação passa por conscientização. O secretário de Saúde do município, Fabiano Frare, explica que no ano passado fizeram divulgação em colégios, reuniões com pais e campanhas de conscientização.

Vanessa lembra que durante a Campanha de Multivacinação do ano passado, em setembro, chamaram  também os adolescentes e conseguiram vacinar quatro vezes mais essa faixa etária. 

Curso gratuito para programar games está com inscrições abertas


O comitê para Democratização da Informática (CDISC) está com inscrições online abertas para um curso gratuito de programação de games. As aulas são voltadas para jovens de 14 a 20 anos e começam em 17 de abril.

O objetivo é facilitar a entrada de jovens do mercado de trabalho. "Além de ser capacitado para trabalhar com programação em empresas do setor de tecnologia, quem passa pelo Projeto é empoderado para que, no futuro, possa impactar vidas com seu trabalho", explica o presidente executivo do Comitê, Heitor Blum.

O curso para programar games tem duração de 160 horas, com aulas de segunda a sexta-feira, quatro horas por dia e é voltado para adolescentes e jovens com renda até quatro salários mínimos.

As aulas são na escola Rosa Torres de Miranda, no bairro Jardim Atlântico, na área continental de Florianópolis. Entre as áreas ensinadas no curso está raciocínio lógico e técnico computacional.


MENSAGEM DO DIA

Nesse mundo não há perdas ou fracassos quando temos no coração a vontade de lutar e modificar a vida! 
Bom dia!!!

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Três cidades realizam workshops sobre oportunidades digitais em SC


Três cidades de Santa Catarina realizam workshops sobre oportunidades digitais dias 5, 6 e 7 de abril. Eventos são promovidos pela Academia de Negócios e Soluções e tem como palestrante o gerente de conteúdo e internet da Globo, Vitor Castro.

As inscrições para quem deseja participar são gratuitas e devem ser feitas por meio de um formulário online. Nos workshops, Vitor Castro estabelece um panorama do mercado digital na atualidade, apontando tendências e destacando exemplos de estratégias bem sucedidas no cenário local.

Com sua experiência em produtos digitais da Globo, como o  G1 e o GloboEsporte.com, o profissional vê a internet não só como um ambiente repleto de oportunidades de investimento, mas também como um espaço que redefine os hábitos de consumo de mídia.

Serviço
Florianópolis
Data:  5 de abril
Hora: 14h30
Local:  Univali – Rodovia SC-401, Business Decor, 2º andar, Ateliê C, Bairro Saco Grande

Blumenau
Data: 6 de abril
Hora: 14h30
Local:  Uniasselvi, Sala A04, Rua Doutor Pedro Zimmerman, 385, Bairro Salto do Norte
       
Joinville
Data: 7 de abril
Hora:14h30
Local: Fliperama Espaço Colaborativo, Rua Orestes Guimarães, 876,  4° andar, Bairro América       
Inscrições gratuitas por meio do formulário online.

Três morrem e três ficam feridos após tiroteio em Florianópolis


Três homens morreram e outros três foram feridos com gravidade na noite de quarta-feira (5) após uma troca de tiros entre criminosos no bairro Costeira, em Florianópolis.

"Um grupo de aproximadamente 15 homens, fortemente armados, ocupando três veículos (Astra branco, C3 preto e um Gol preto), invadiu o ponto de tráfico de drogas na Costeira dominado pelo traficante Neném para executar elementos do tráfico ligados a facção de Neném", conforme nota da PM. O caso aconteceu por volta das 20h.

Durante buscas da PM, foi abordado um veículo Zafira blindado, com dois homens conhecidos no meio policial. "Acredita-se que ambos estavam participando na fuga dos criminosos que invadiram o morro, em razão de ligação recebida no momento da abordagem e pelas várias conversas de celular dos envolvidos", afirma a PM.


Também na Costeira foram apreendidas drogas e uma pistola em um Peugeot na Costeira. Outra pistola 380 foi apreendida no local dos homicídios.

De acordo com informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Bom Dia Santa Catarina, os três feridos foram levados aos hospitais Celso Ramos, na capital, e Regional de São José. Não há informações sobre o estado de saúde dos pacientes.

Salve de facção

Conforme a PM, após o tiroteio, ocorreu um salve de uma organização criminosa para que seus adeptos incendiassem veículos no Abraão e Chico Mendes, na área continental de Florianópolis, para tirar o foco da Costeira, "em razão da solicitação dos criminosos envolvidos no homicídio estarem solicitando resgate, uma vez que estariam na mata", disse a PM.

Às 21h15, criminosos assaltaram dois caminhões e atearam fogo em um deles. Ainda não foi confirmado se esse caso está relacionado ao pedido da organização criminosa.
Conflitos na Costeira


No bairro da Costeira, já ocorreram outros conflitos entre traficantes. Sérgio de Souza, o Neném da Costeira, foi líder do tráfico no bairro e cumpre pena no presídio federal de Porto Velho. O irmão dele foi preso na semana passada, suspeito de mandar matar Vilmar de Souza Júnior, assassinado em frente ao Mercado Público de Florianópolis no início de março.